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8 de Maio de 2021

Sérgio Moro e Delton Dallagnol, autocratas na Justiça, noutras pragas conspiradores contra a República

Js Marcelo Santos, Jornalista
Publicado por Js Marcelo Santos
há 2 anos

O ministro Sérgio Moro, Deltan Dallagnoll, procuradores (as) e membros do Ministério Público, se vivessem em países avançados em legislação Constitucional e sérios e competentes. Hoje, estariam sendo indiciados como CONSPIRADORES contra a República Federativa do Brasil, e seus, poderes constituídos. Não se trata de se discutir a validade da Operação Lava Jato, sua importância, ou grau de culpabilidade, de ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Trata-se de discutir o governo autocrático que se instala e lança seus tentáculos pelo país e agora, como sabemos com fatos, com a leniência de juízes e procuradores, promotores e delegados de Polícia Federal.


A dosagem na pena imposta a Lula, a perseguição anterior ao processo e a rapidez como que se instaura, processo e a condenação de Lula, sem provas concretas e sim, todas as provas de Sérgio Moro, enquanto juiz, ou Robespierre, com sua Guilhotina, da Revolução Francesa, nunca duvidada de legítima. São todas subjetivas, e embasadas em Delações, cujo intuito do delator, é tirar seu pescoço e seu dinheiro, este sim, ganho, surrupiado do erário público. Lula, nunca foi proprietário do Triplex, tinha sua esposa, proposta de compra, que não se efetivou. Como também, não é proprietário do Sítio de Atibaia. Mas, para a juíza, que o condenou, barbaramente, ele é culpado, por ter aceitado usar e tirar suas férias ou fins de semana de descanso. Isso, não leva Lula, para a canonização. Ele tem responsabilidades, sim. Afinal, foi presidente do país e deveria saber e punir essa canalhada e não o fez no tempo e na hora e colheu os frutos verdes, amargos que a oposição sequiosa pelo poder lhe destinou. A árvore de Sérgio Moro, deu frutos, são 12,6 anos de prisão ao ex-presidente, mais popular do Brasil, com 87% de aprovação, jamais visto na história republicana brasileira.


Mas, como na Revolução Francesa, a guilhotina de Robespierre, matou de culpados a inocentes. Até chegar na cabeça de Robespierre. Será, que a Operação Lava Jato, se essas denúncias forem apenas a ponta do Icerberg, conversas sigilosas, como afirma o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, a excludência, desse governo, aparvalhado em atitudes anti-republicanas. Como a defesa do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, do Carlos Bolsonaro, que ataca o governo e o vice-presidente. São cuidadões autocratas e que discriminam as pessoas em todos os sentidos que suas pesquisas malucas lhe dão suporte.


A gravidade das conversas entre juiz, é amenizada. No Brasil, é prática comum, grande absurdo e despautério geral e irrestrito. Hora, o juiz que vai julgar e precisa ser isento, totalmente, participa de investigações e manda prender ou soltar, quem ele pensa e se enquadra em sua ótica de lei e justiça.


A OAB/MG, conseguiu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que somente os advogados falem com o juiz. A parte autora, somente pode falar com o juiz se tiver advogado. Ora, o Tribunal de Juizado Especial, foi fundado na premissa de Justiça célere e para todos e sem advogado e custas para o autor, até 20 salários mínimos. Então, a Lei Dura Lex, Lex Dura, no Brasil, favorece aos poderosos e a Justiça e quem faz a justiça.


Hoje, a justiça brasileira, funciona como "patrão" de bandidos. O esquema vai desde a corrupção de policiais que pedem dinheiro nas biqueiras e para aliviar flagrantes até advogados de porta de cadeia, delegados e policiais civis que se vendem por valores a combinar. Depois, ainda tem a custódia, e as penas ou fianças para soltar o réu e este responder o processo em liberdade. Hoje, segundo, pesquisas devido a este processo indecoroso existem mais de 20% de pessoas presas, que depois são libertadas como inocentes, por falta de prova na justiça brasileira.


A Justiça de Sérgio Moro, e Delton Dallagnol, é a mesma, não difere em nada. Tanto que o Estatuto preposto pelo procurador Delton e agora nas mãos de Sérgio Moro, o ministro, todo poderoso, que subiu a rampa e começa a descer, perdeu o Coaf, depois de organizar toda a estrutura para perseguir os desafetos e os que não colaboram com os processos da Operação Lava Jato. Os políticos descobriram, o falso tapete, e conseguiram via congresso, tira de Sérgio Moro, que não vai conseguir aprovar na íntegra seu estatuto contra a corrupção que não enxerga os principal problema da Justiça no Brasil, presídios, injustiças e PM e Polícia Civil, de todo o Brasil, parte delas, corruptas, milicianas e empregam bandidos, estes, por sua vez, trabalham para o sistema permanecer enxuto, conseguem celulares, fugas, comidas especiais, visitas íntimas e muitas mordomias, que algumas pessoas criticam, pois não conseguem aqui na rua, na liberdade.


Agora, é preciso que as provas, contra Sérgio Moro, Delton Dellagnol e equipe, venham à tona, mesmo, que não haja nada contra os infratores da Constituição brasileira. Mesmo, que para eles, como para os bolsonaristas, que usam verde e amarelo, e se sentem mais brasileiros, que os brasileiros, os 38 milhões desempregados. Mas, o mundo e os brasileiros ainda bons de cabeça, coração, saberão que conspiraram contra a liberdade de Lula, contra o direito de um cidadão para que ele fosse candidato a eleição direta, livre contra a ultra direita, autocrática e abusiva, que elegeu a peso de ouro, diamantes, mentiras, calúnias, intrigas e hoje, paulatinamente vai entregar o país para o capital europeu, norte-americano e chinês.


No Brasil, "democrático" e de Sergios e Deltons, a justiça, ou melhor a Justiça, é para os ricos e os poderosos, os que distribuem cargos de ministros, indicações para juiz e outros. Não é para todos os brasileiros, que sequer na república bolsonarista possui o direito ao trabalho, ao salário justo e digno. Ainda vale dizer que pobre, preto e prostituta no Brasil, a Lei, Dura Lex. E, os bem nascidos, na corrupção, no erário público e nos favores políticos, o afago da mãe justiça, que do seu ponto de vista, sem filho sempre é inocente, bonzinho e um amor de criança.


Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16.539 SP/SP


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